Hoje parei pra pensar sobre minha filha de 14 anos, meu Deus como é difícil agradar, como é complicado encontrar algum assunto que interesse a ela, parece que o mundo a deixa entediada, cansada, as vezes fico muito chateada por não conseguir entender a cabeça dela. Sempre sonhei em ser uma mãe amiga, mais agora penso como fazer isso se minha filha não abre a guarda, esta sempre na defensiva.
No começo de 2010 tive que tomar uma decisão bastante difícil a princípio, mais muito acertada a longo prazo, sou separada do pai da Tânia a mais de 9 anos, ele sempre foi presente na vida dela, mais não da criação, quanto eu comecei a perceber que estava perdendo o controle sobre ela, pedi socorro e ele de pronto me ajudou, a partir dai dividimos a responsabilidade de educá-la, e administrar os problemas que vem junto. Confesso que sofri muito, me senti a pior das criaturas, me senti como se estivesse assinando minha derrota como mãe. Mais nd como o tempo pra me mostrar q eu não errei em nd no q tinha feito até ali, apenas precisava de apoio pra continuar acertando.
Amo minha filha com todas as minhas forças, sem ela não existo, e agora ela sabe disso, e acho q no fundo gostou de conviver mais com o pai.
É isso, desabafei.
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